segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Reflexos: A CASA

Reflexos: A CASA: Tem uma casa no meio do nada No meio do nada tem uma casa Tem uma nuvem que envolve a casa Como uma névoa no meio do nada A noit...

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Sinais

      Sinais.

Sou poeta,não sou tola nem esperta.
Apenas busca a palavra certa.
Pra lançar no espaço como flecha.

Em linha obliqua, reta ou curva 
Pra penetrar profundo os olhos abertos.
Dissipar do horizonte a nuvem que turva.
Enviar os sinais que captam as mentes alertas.

By Beth Branquinho
Inverno de 2015          

A CASA


Tem uma casa no meio do nada
No meio do nada tem uma casa
Tem uma nuvem que envolve a casa
Como uma névoa no meio do nada

A noite cai sobre a sacada,
Penetra a sala, sobe a escada
Nuvem e noite habitam a casa
É uma casa assombrada

Por nuvens e sombras habitada,
Existe uma casa no meio do nada.


domingo, 18 de janeiro de 2015

Catedral



 CATEDRAL

Minha poesia é caótica
Exige disciplina metódica
Segui-la de forma robótica
Mas se veste de aparencia exótica
Me atrai com chamada erótica
Me perco num interior de catedral gótica
Só me encontro seguindo sua linha melódica.


sábado, 17 de janeiro de 2015

A lua se esparrama pelo morro,


 A lua se esparrama pelo morro,
De tanta claridade, eu corro
Me escondo de mim mesma, gritando:
    Socorro!!!
 

domingo, 11 de janeiro de 2015


Se existe a lei do retorno,
Um rojão cairá na cabeça do político,
Que com a desgraça alheia,
Mantém sua conta cheia.






As emoções são como rios
Às vezes despencam em espaços vazios.






O silencio nos conta segredos
Silencio...Precisamos escutá-los!





Pra que tanta pressa?
Se ao final dessa vida outra vida começa!
 Será?

Não sei no que acredito,
Fica o dito por não dito.


Se somos feitos do pó das estrelas,
Porque não enxergamos nosso próprio brilho?



De trás pra frente,
De frente pra trás,
Em minha cabeça tem palavras demais!



Somos apenas um esboço,
Obra inacabada.
Fatalmente nos tornaremos nada!





Uma onde de assalto no Planalto!
Juízes, Deputados, Senadores,
protegem seus bolsos,
apontam suas armas.

O povo enfurecido
a tudo domina.

Não lhes interessa o dinheiro,
e a seu jeito, 
querem fazer valer seus direitos.





Várias tulipas de calor,
algumas doses de humor,
assim vamos espantando a dor!

Linguiça calabresa + cerveja holandesa...
A vida é uma beleza!
Depois eu penso na despesa!




Procuro a fé sem convicção.
Com certeza hei de encontrá-la,
cruzando com ela em alguma calçada.








Tenho medo de multidão,
me apavora a solidão.
O que me consola é só ficção.





Quando a máscara cai,
o olhar se liberta.



Ausencia




Agora... a vida é só uma história, 
não há derrota nem vitória...
apenas um passado vivo na memória.